Sinto o Verme a corroer.
Vejo a porta pela qual vou entrar, mas não sei se há saída.
Subo as escadas e confio na insegurança.
Centenas de janelas apontam para o infinito.
Sento-me e aguardo nervosamente o tempo passar…
Olho em volta, sorrisos amarelos, olhares penetrantes, mãos crispadas e músculos tensos… é tudo o que vislumbro.
Mantenho os sentidos alerta, ao mínimo sobressalto o Verme desperta!
O tempo passa…
O Verme adormeceu… agradeço a Einstein.
Respiro o Oceano.
Alguém me espera…
O Verme
@ HM
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